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segunda-feira, 14 de março de 2016

Crise política: o golpe foi às ruas no domingo. Na próxima sexta, será a vez da defesa da democracia...

Rio: As manifestações pela queda de Dilma reuniram a classe média, majoritária e visivelmente. Milhões de pessoas foram à rua em centros urbanos. Segundo pesquisa do Datafolha na Avenida Paulista - que recebeu o maior número de pessoas - mais da metade declarou renda entre 5 e 20 salários mínimos (números que ultrapassam em três vezes a média geral da capital paulista) e 12% se identificaram como empresário.  Foto de Tania Rego/AG Brasil. 

A ditadura foi lembrada. Como em 1964, às vésperas do regime militar, grande parcela da classe média convocada pela mídia conservadora lotou avenidas.
Foto André Tambucci/Fotos Públicas
Trio elétrico em Copacabana pede a volta dos tempos do choque elétrico. Reprodução DCM

Pressão pelo impeachment. Foto Andre Tambucci/Fotos Públicas

O fantasma do comunismo ainda assusta os conservadores. Fotos Públicas

Revoltosas na Av.Paulista. Foto André Tambucci/Fotos Públicas 

Alegoria de Lula morto. Foto André Tambucci/Fotos Publicas

Aécio Neves, citado várias vezes na Lava Jato,  e Geraldo Alkmin, à frente de um governo que acumula escândalos como o da merenda escolar, metrô, máfia de impostos etc, foram hostilizados ao tentar participar da manifestação pelo golpe em SP. Reprodução Facebook

Gucci em selfie no protesto. Foto Andre Tabucci

Bolsonaro em Brasília. Foto Wilson Dias/Ag Brasil

Marcha da Família em Brasília. Foto Wilson dias/Ag Brasil
A foto acima, no Rio, viralizou na web como uma espécie de símbolo colonial da classe alta indignada: família vai ao protesto com bebês e babá uniformizada. Debret faria disso uma gravura dos tempos da Corte. Reprodução Instagram

O golpe é fashion. Fotos Públicas




NO PRÓXIMO DIA 18, BRASILEIROS EM DEFESA DA DEMOCRACIA, DAS POLÍTICAS SOCIAIS, CONTRA A ESPECULAÇÃO FINANCEIRA E O GOLPE DE ESTADO VÃO ÀS RUAS.
ONTEM, EM VÁRIAS CAPITAIS, LONGE DAS MANIFESTAÇÕES PELA QUEDA DE DILMA, TRABALHADORES, ESTUDANTES, MOVIMENTOS SOCIAIS E CIDADÃOS QUE NÃO CONCORDAM COM A DERRUBADA DE UMA PRESIDENTE ELEITA SE REUNIRAM EM VÁRIAS CIDADES PARA UMA PRÉVIA DAS MANIFESTAÇÕES MARCADAS PARA A PRÓXIMA SEXTA-FEIRA.
ASSIM COMO NESTE DOMINGO QUANDO  OS QUE DEFENDEM A DEMOCRACIA NÃO SE APROXIMARAM DOS PROTESTOS DOS CONSERVADORES, ESPERA-SE QUE, NO DIA 18, OS MILITANTES DO GOLPE NÃO INTERFIRAM NAS PASSEATAS.
A DEMOCRACIA AGRADECE.   
Jovens na rua contra a ameaça golpista. Foto Elifas Simas/Ag. PT

A convocação para as passeatas do dia 18 de março. Foto Elifas Simas/AG PT

E São Bernardo, manifestantes se solidarizam com Lula. Foto Paulo Pinto/PT

Disposição para lutar contra o golpe. Foto Adonis Guerra/SMABC
Foto Adonis Guerra/SMABC

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Beyoncé relembra Panteras Negras em show no Super Bowl e racistas norte-americanos estão irados até agora...


Show de Beyoncé no Super Bowl irrita conservadores. E a saudação que relembrou os Panteras Negras e  levou racistas à histeria. Reprodução Vídeo You Tube
Ainda repercute nos Estados Unidos o show da cantora Beyoncé no intervalo do Super Bowl, no último domingo. Conservadores e racistas norte-americanos subiram e ainda não desceram das tamancas. É que Beyoncé levou ao palco um sutil ato político: além de cantar a música Formation, cuja letra pede que os negros ressaltem a autoestima e de se apresentar ao lado de dançarinas negras vestidas como militantes dos históricos revolucionários Panteras Negras, ela exaltou o movimento Black Lives Matter, que denuncia a atual onda de assassinatos de jovens negros por policiais brancos em vários estados norte-americanos. Embora a citação política seja apenas um detalhe de um show espetacular, políticos racistas condenaram Beyoncé e defenderam os policiais envolvidos nos casos, mesmo diante da constatação de que ainda não sofreram punições pelos crimes e alguns inquéritos já foram até arquivados. Uma informação que justifica o protesto da cantora: segundo a Mapping Police Violence, policiais norte-americanos assassinaram uma pessoa negra a cada 26 horas em 2015. Ao fim do ano passado já tinham gravadas nas coronhas dos seus fuzis cerca de 336 vítimas negras.

VEJA O SHOW DE BEYONCÉ NO SUPER BOWL. CLIQUE AQUI